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Janeiro Branco – Saúde Mental e Bem-Estar

Saúde

Com o intuito de mostrar às pessoas, em geral, a importância de cuidar da saúde mental e os riscos por trás disso, psicólogos de Uberlândia (MG) criaram, em 2013, o movimento Janeiro Branco. A campanha, que em 2019 chega a 6ª edição, busca conscientizar a sociedade sobre os aspectos e circunstâncias psicológicas que afetam os indivíduos.

Zelar tanto pela saúde mental quanto pela saúde emocional é fundamental para que as pessoas possam ter pleno bem-estar físico e mental. Afinal, hoje em dia, a carga mental está cada vez mais alta. Pressão por carreira, estudos, profissão, convívio social, problemas familiares, entre outros, afetam constantemente.

Janeiro Branco – Quebrando preconceitos

Aproveitando a simbologia do ano novo, o Janeiro Branco é uma oportunidade para incentivar que as pessoas cuidem mais da saúde mental delas. Para isso, estimula-se que pensem sobre seus relacionamentos, trabalho, objetivos de vida e metas pessoais.

O problema é que, atualmente, a saúde mental ainda é cercada de preconceitos. Doenças sérias como a depressão e a ansiedade são minimizadas, o que compromete seriamente a saúde emocional e física. Afinal, essas doenças causam efeitos no corpo, como crises de ansiedade, falta de ar, dores e, em casos extremos, levam ao suicídio.

A importância de falar sobre saúde mental

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a depressão já é o transtorno mental mais frequente no mundo, com mais de 300 milhões casos. O Brasil é líder na América Latina de pessoas com depressão, estima-se que 5,8% dos habitantes sofra com isso.

Além disso, os brasileiros são os mais ansiosos do mundo. Calcula-se 9,3% da população sofra de ansiedade. Juntas, as doenças mentais representam a maior causa de problemas de saúde e invalidez no mundo, afastando milhões de pessoas do trabalho e do convívio social sadio.

Falar sobre o tema é o primeiro passo para quebrar preconceitos e mostrar a importância de cuidar da saúde mental o mais cedo possível. A OMS alerta que menos da metade das pessoas que sofrem com depressão recebem tratamento adequado. Além disso, a maioria dos quadros começa na adolescência, o que demonstra um cuidado a mais com esse grupo.

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