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Gestão de ambulatórios corporativos

Dicas de gestão, Saúde, Saúde Empresarial

Atualizado em: 5 de fevereiro de 2020

A gestão de ambulatórios corporativos é uma atividade bastante complexa, pois para a implantação é preciso avaliar o perfil de cada empresa. Sendo assim, cada operação será customizada conforme a necessidade de atendimento.

O foco desse tipo de operação está na valorização do capital humano para melhorar a saúde no ambiente corporativo. Desta forma, é possível fazer o atendimento individualizado, o monitoramento e o acompanhamento contínuo.

Desafios da gestão de ambulatórios corporativos

A gestão de ambulatórios é uma atividade repleta de desafios. Por isso, no momento de contratar uma operadora que oferece esse serviço, alguns cuidados são essenciais.

A primeira avaliação que deve ser feita refere-se a expertise e know-how da empresa, pois o nível de experiência faz toda a diferença para a efetividade da operação. Além disso, é imprescindível ter um profissional responsável para realizar a gestão operacional da equipe de profissionais de saúde.

Outro grande desafio está na complexidade da implantação do ambulatório. Num país do tamanho do Brasil, as questões geográficas precisam ser consideradas, pois muitas empresas estão localizadas em diferentes regiões do país, com realidades diversas. Isso exige personalizações em cada unidade de atendimento.

Tipos de ambulatórios

A operação pode variar do atendimento mais básico, que dá o suporte para os serviços de saúde ocupacional, até atendimentos mais complexo com suporte para urgência e emergência.

  • Ocupacional – executa o que está no PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional): exames admissionais, demissionais, periódicos, retorno ao trabalho e mudança de função;
  • Assistencial – tem como característica o pronto atendimento, com médico clínico ou especialista;
  • Urgência e emergência – possui médico de plantão, que pode atender de forma assistencial, mas que está preparado para situações de emergência. Normalmente é aplicado a empresas com alto grau de risco (nível 4). Neste nível de risco, em caso de acidente, a rapidez do atendimento, faz muita diferença;
  • Ambulatório de barreira – modelo mais moderno de ambulatório, que tem por objetivo aumentar a resolução de casos dentro da própria empresa por meio da implantação do NAP (Núcleo de Atenção Primária), o que contribui para a redução do uso dos planos de saúde.

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