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Investimentos em saúde contribuem para melhorar os índices de crescimento econômico

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Data: 18 de dezembro de 2019

O investimento em saúde é parâmetro, no mundo todo, para definir o nível de desenvolvimento de um país. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a saúde é um dos pilares do capital humano. É fundamental para a redução da pobreza, para o crescimento e desenvolvimento econômico de longo prazo, justamente por sua capacidade de gerar empregos e renda e melhorar a produtividade nas empresas.

Em termos de investimentos públicos, o governo brasileiro destina para a saúde 7,7% de seu orçamento geral. São, em média, 525 dólares por habitante gastos anualmente. Em países europeus, por exemplo, onde também há sistema de saúde público, investe-se, em média, 3 mil dólares anuais por habitante. Uma diferença grande que reflete as dificuldades que o país enfrenta.

Mesmo trazendo a comparação para dentro de casa, a saúde privada brasileira investe três vezes mais que a pública. Não só no atendimento direto, mas em prevenção, diagnósticos rápidos, gestão de custos e integração de dados. Segundo a organização KPM Global Health, é preciso entender a importância do setor privado em um sistema de saúde universal, principalmente no combate ao desperdício na linha de frente dos serviços e no empoderamento do paciente.

O presidente da entidade, Mark Britnell, realizou um estudo que retrata a saúde ao redor do mundo e como os países estão trabalhando para alcançar o objetivo traçado pela ONU: Saúde para todos até 2030. Para ele, a tecnologia associada às estratégias de países que têm investido em melhorias no atendimento primário, a partir de parcerias público-privadas, são a melhor solução. “É possível criar uma estratégia para um sistema alinhado, mas focado em ambulatórios e sem deixar a qualidade de lado”, diz. “O setor privado é quem pode trazer inovação e capital para ajudar na arrancada em eficiência criando novos modelos e investimentos”.

Alinhado à esta percepção, o Imtep investe em atendimento primário em seus ambulatórios e acompanha de perto as discussões do mercado sobre alternativas futuras na área. “As empresas têm despertado para a necessidade de um acompanhamento mais próximo, que se traduz em qualidade de vida e, como consequência, uma otimização de recursos”, comenta o CEO do Imtep, Cezar Berger.

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